quinta-feira, outubro 14, 2004

O Piriquito Canta ao Longe... C#1

Fica aqui mais uma das muitas cronicas publicadas na primeira (ou segunda) versão do Canta Piriquito Canta. Esta crónica era assinada por moenga no seu espaço "O Piriquito Canta ao Longe....". Era a cronica #1 e foi publicada a 18 de Julho de 2002.

Viva o Piriquito Lorosai!

Viva o Piriquito Independente

O turismo em Portugal tem vindo a aumentar progressivamente registrando-se uma melhoria significativa (3%) no último verao. Muitos factores poderao ser apontados para justificar este movimento de massas, desde logo o último cd dos Gift, de seguida o facto de o Xavier e o people todo, terem comecado a bombar acima da potencia limite do alternador primário. De seguida nao podemos descurar factores colaterais mas que afectam sem qualquer tipo de dúvida o Piriquito A saber, a liberalizacao da Ginja juguslava, o abaixamento do preco do LP em Chipre, mercado que como se sabe afecta directamente o nosso, terceiro ponto, os aparelhos como suporte digital primordial substituindo os antigos alternadores aquaticos que funcionavam a doze válvulas sequenciais agupadas. No entanto o piriquito está contente com o progressivo aumento global das gaiolas patenteadas sob a égide da Ordem Superior Enquadrada. A qualidade das racoes efectivas recebe por parte do Piriquito nota positiva uma vez que se verifica que a Netcabo tem vindo reconhecidamente a introduzir elementos de qualidade superior na confeccao do alimento fornecido ao Piriquito. Um outro aspecto que o Piriquito gostaria acrescentar desde longe, è a relacao positiva que esiste entre musicos de algumas bandas musicais. È certo que há certas bandas que se dao mal mas a melhoria de relacoes entre bandas tem sido significativo. Por este motivo o Piriquito agrada-se de ver bandas como os Raindogs e os Passarinhos da Ribeira – Colectivo Musical, por exemplo, a repartirem racoes de combate e ligaduras elásticas. O Piriquito scredita que seguindo este caminho a melhoria de relacoes propizia de certo ao aumento da produtividade global, embaratecendo assim os produtos directamente relacionados com a indústria colateral.

O Piriquito gostaria assim de terminar esta comunicacao, sabendo que o dinheiro que se ganha varia de artista para artista e que antes do próximo Natal, será impossivél mexer nas taxas de conversao nominal sem que primeiro se resolva o problema da fome juvenil no meio discográfico agravado. As rádios poderao ser o primeiro sector a atacar dado que NAO tratam os jovens como atrasados mentais.

“Forssa” no tratamento de pele!

1 Comments:

At 5:36 da manhã, Anonymous Anónimo said...

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